quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Flertando com o perigo

É, amigos...como as coisas mudam rapidamente no futebol. Outro dia, estávamos sonhando com G4, Libertadores e os mais otimistas até com o título do Brasileirão. Bastaram algumas rodadas sem vitória e lá estamos nós, a apenas um ponto do abismo da zona de rebaixamento. E o estranho é que isso veio de maneira quase desapercebida, em meio às duas vitórias contra o Nacional-AM, pela Copa do Brasil. Fato é que o jogo de hoje, contra o Náutico, no Recife, se tornou decisivo para darmos um chega pra lá nesse risco, ao menos até o fim do primeiro turno.
A nossa empolgação começou após a vitória contra o Coritiba, fora de casa, por 1x0. Desde então, quase um mês se passou e quatro jogos sem vencer, com empates contra Santos e Corinthians e derrotas diante de Grêmio e Cruzeiro. E tirando aquele contra o Grêmio, debaixo de um temporal, não dá pra dizer que jogamos mal. Porém, dois pontos em 12 possíveis é a mesma coisa que nada.
Precisamos voltar a ganhar e isso tem que ser já. Nada melhor do que encarar o Náutico, que vem fazendo a pior campanha da história dos pontos corridos. Contribui pra péssima fase do Timbu, a decisão errada de abrir mão do caldeirão dos Aflitos para atuar na novíssima, porém fria, Arena Pernambuco.
E pra vencer, que tal não sofrer tantos gols? Até de lateral andamos levando ultimamente. Daqui a pouco vai ser de tiro de meta. E aí, não dá nem pra culpar o goleiro Diogo Silva. Ele pode até não ser lá grandes maravilhas, mas o Vasco é o time que mais tem chutes contra sua meta. Nem Petr Cech daria conta de tanta demanda.
Concordo com a maioria de que a coisa piorou com a entrada de Cris. Até porque o Rafael Vaz é ótimo com a bola no pé, mas se posiciona mal em sua função de zagueiro. Jomar, ao menos não tem vergonha de jogar feio e se desdobra pra afastar as bolas de uma área mal protegida pelo meio-campo.
Também não culpo Abuda, Wendel ou Juninho. Mais do que cães de guarda, o que garante uma zaga segura é um time compacto, que não dê espaços para o adversário. A entrada da área do Vasco, bem como as laterais, são um convite ao prazer.
Ao menos o ataque tem feito seu trabalho. André marca em quase todas as partidas, além do crescimento dos jovens Willie e Marlone. Caso nenhum deles esteja inspirado, ainda temos as bolas paradas sempre efetivas de Juninho. O Reizinho faz hoje seu último jogo como profissional no Recife e vai querer brilhar em sua terra natal.
Enquanto uns encerram, outros iniciam a carreira. É o caso dos jovens dos juniores, que conquistaram a Taça BH no último fim de semana. Destaque para o goleiro Jordi, com defesas decisivas, inclusive em cobranças de pênalti. O gol decisivo foi de John Cley, que marcou outros 5 na competição.
Já há inclusive um clamor pela utilização de Jordi no profissional, o que acho apressado. O bom camisa 1 ainda comete erros naturais de um goleiro em formação, mas que não seriam perdoados em jogos de alto nível como os do Brasileirão.
Que seja preparado para ser titular em 2014 e por muitos outros anos, como demonstra o seu potencial.
Força Vascão!
Sds vascaínas a todos!

Um comentário:

Bernardo Papini disse...

Olá, tudo bem?

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